ENTRE AS BRUMAS...
Sinto-me também culpado por alguns males do mundo mas não pela sua grande desgraça.
domingo, agosto 27, 2006
quarta-feira, agosto 23, 2006
sexta-feira, agosto 18, 2006
EXTRAORDINÁRIOS

Cá está mais uma lei terceiro mundista criada por quem não sabe como governar e se sente de cabeça perdida. Vai daí, “toca a disparar” em todos os sentidos e não interessa saber quem está à frente.
Que se saiba, a prestação de horas extraordinárias é para ser feita quando necessário. Logo, deveriam ser unicamente os gestores a analisar e a responsabilizarem-se pela necessidade de trabalho extraordinário. Das duas uma, ou não se fazem porque não são precisas ou se fazem as estritamente necessárias para que não se prejudique o serviço que se presta. Além disso cada coisa no seu lugar, há que saber distinguir entre a importância de cada serviço, (uma qualquer tarefa de arquivamento de papéis é capaz de não ser tão importante como por exemplo, a prestação de um serviço médico). A lei inventada pelas cabeças inteligentes dos nossos governantes mete tudo no mesmo saco, é fácil e poupam-se milhões. Transparece a ideia que as horas extraordinárias funcionam como um qualquer subsídio e que, dada a crise económica, há que reduzir tal subsídio de 120 para 100. É assim que eles pensam e governam uma república de bananas.
segunda-feira, agosto 14, 2006
MATAR ATÉ DAR

Num caso de guerra em que já se matou centenas de inocentes e se destruiu comunidades e depois de ambos os lados entenderem que devem parar, não se consegue perceber porque é que uma medida destas tão importante não tem efeitos imediatos. Entretanto aos dois beligerantes permite-se que enquanto o prazo estipulado não chega se prossiga com a chacina. Expliquem-me como se eu fosse muito muito muito burro.
sexta-feira, agosto 11, 2006
HÁ AGULHA NO PALHEIRO

quarta-feira, agosto 09, 2006
O REBANHO

terça-feira, agosto 08, 2006
A LEI DO "OU VAI OU RACHA"

quinta-feira, agosto 03, 2006
GRANDES CARAS

PORUTUGAL DOS PEQUENINOS

Um exemplo, há dias ocorreu numa estação ferroviária da Índia um atentado que vitimou cerca de 200 pessoas. Esta notícia apareceu em terceiro lugar no alinhamento do Telejornal. Pergunto, e se este atentado tivesse ocorrido nos Estados Unidos ou aqui ao lado na vizinha Espanha? Quantos directos, quantas interrupções de emissão para directos especiais não seriam feitos? Para os editores ou directores de informação ou os indianos não são gente como os ocidentais ou então a nossa visão do mundo é bastante limitativa. Consequências da nossa maneira de estar no passado recente quando se apregoava a politica do “orgulhosamente sós”.